E enfim uma constatação, resultada de uma pausa da correria da vida.
Sábado passado, a chuva me prendeu em casa, e não deixou eu fazer nada, além de ficar morgado... Vejo a minha irmanzinha vendo um filme que a tempos eu tinha vontade de ver, mas nunca achava... Lucas, um intruso no formigueiro. O filme é de criança, é, fato. Porém na minha humilde opinião é bem melhor que vida de inseto. Como o nome do filme já indica, Lucas tem uma vida solitária em sua casa, de repente, é encolhido e vai viver em um formigueiro, onde a vida é colonial, em conjunto. Para se considerado uma formiga, lucas enfrentará uma série de aventuras, e desavensas com ele mesmo, se é que assim posso dizer.
Mas não é sobre o filme que eu quero falar, é sobre como ele sente, quanto a colonia, e seus próximos, tanto familiares quanto as novas parcerias, as formigas. Escrever mais sobre ele, é contar o final, e isso não vai rolar =]
(Ah! tem a voz da julia roberts, nicolas cage, maryl streep....é uma galera conheçida! Pena que eu vi dublado por causa da pequenina >.< )
Ainda chovia muito quando o filme acabou, me dando gás pra um próximo. Curioso caso de Benjamin Button. É, esse não teve jeito, tive de botar a irmanzinha pro quarto... (6)
Engraçado não ver quanto tem de efeito especial aquele filme, mas como ele é contado. O quanto sortudo é Benjamin por crescer onde ele cresceu(afinal, pra quem já viu, imagine se ele cresce num orfanato normal, onde ele seria diretamente metralhado de pré-conceitos?). Mas o tempo ninguém segura, ele vem chegando e quando você percebe lhe arrebata. Literalmente. E o Final? Bom o final não é feliz, é triste, bem triste. Benjamin é algo que não existe em nenhum outro lugar do mundo e ele sabe disso... Pense como: Você é uma pessoa unica no mundo, ninguém é igual a você, seus traços e seus pensamentos são seus, e o que rola no mundo são meras comparações. "Você se parece muito com teu pai! Igualzinho a ele!" ou "Pensas igualzinho a tua mãe...". Isso, sempre esse tipo de coisa. A grande questão da coisa é, ser você mesmo e se encaixar em algum mundo, alguma tribo. ÉÉÉÉÉ....é isso, é difícil pra caraaaaai.
Falo isso por min mesmo, por que eu sei, vivi, e posso dizer que to vivendo isso nesse momento. E aposto como todo mundo pensa nesse tipo de situação...
Esses meus dias de correriafaculdadetrabalhoprovaaulacomertrabalhofaculdade não me percebi que eu tava saindo da minha rotina de vida, e incrível que pareça não estou sentindo isso como uma coisa ruim que vai me deixar pra baixo. Claro que a situação teve seus pontos altos e baixos.
Ex: no mesmo sábado fui pra um show, de pagode. E pra quem me conheçe, pagode não é meu forte na questão "preferência musical". Resultado: me senti um completo peixe fora d'água. Todos sabiam as letras das músicas, se empolgavam e cantavam...enquanto eu lá, paradinho, quietinho, só tentando curtir a vibe. Por um momento na hroa eu pensei: "o que eu to fazendo aqui???" e a pergunta veio exatamente na mesma hora: "Estas com teus amigos." e não tive mais dúvidas...foi primeiro por eles, e depois pelo próprio show que foi muito legal, que eu me diverti e fizeram a luzinha da satisfação ficar piscando a palavra full. Foi eles que não deixaram o peixe morrer. E no final do dia, quando deitei a cabeça no travesseiro, não pude deixar de perceber quanta coincidência foi esse sábado, 2 filmes, 1 show, N situações do mesmo dia que não tem por que comentar aqui, e todos com essa mesma estranha relação. Legal né?! ehuheuehu
segunda-feira, 6 de abril de 2009
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hiuahdiusa é legal simm bestão...
ResponderExcluiro que importa é nunca deixar o peixee morrer.
e sempre agradecer pelos amigos, eles sao 1/3 de quem a gente é.